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POSTAGEM EM DESTAQUE

Apresentamos a equipe conceitual da 36ª Bienal de São Paulo

          36ª bienal       de  São Paulo Visualizar como  página web Ministério da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo e Itaú apresentam Conheça a equipe que levará a cabo a 36ª Bienal de São Paulo Da esquerda para a direita, Keyna Eleison, Anna Roberta Goetz, Bonaventure Soh Bejeng Ndikung, Alya Sebti, Thiago de Paula Souza e Henriette Gallus, equipe conceitual da 36ª Bienal de São Paulo © Fundação Bienal de São Paulo Enquanto a 35ª Bienal segue seu ciclo de itinerância, a Fundação Bienal já se prepara para a próxima edição da mostra. A equipe conceitual, montada por  Bonaventure Soh Bejeng Ndikung , é composta pelos cocuradores  Alya Sebti ,  Anna Roberta Goetz  e  Thiago de Paula Souza , a cocuradora at large  Keyna Eleison  e a consultora de comunicação e estratégia  Henriette Gallus . Ainda neste ano, serão anunciados novos membros da e

(11 a 13/4) 'ARRASTÃO DE SOLOS' COM 'MAR INQUIETO' DE SIMONE MELLO - OFICINA CULTURAL OSWALD DE ANDRADE

                                                                             




‘Arrastão de Solos’ traz Simone Mello em

“Mar Inquieto”, na Oswald de Andrade


                                              Foto Alexa GS

                                                                                                             “Mar Inquieto”, de Simone Mello                                                              Foto Alexa GS


   "Mar Inquieto" é o solo que Simone Mello apresenta nos dias 11, 12 e 13 de abril,  dentro do “Arrastão de Solos”, que ocupa a Oficina Cultural Oswald de Andrade, durante todo o mês de  abril. A proposta do Núcleo de Dança e Performance Marcos Sobrinho reúne ainda criações de Luciana Hoppe, Jussara Miller e do próprio Marcos Sobrinho, artistas que atuam em São Paulo, mas que habitam outros eixos culturais fora dos grandes centros urbanos, tendo a natureza como elemento atravessador de suas escolhas estéticas e o meio ambiente ignição para criação.

   A pesquisa de “Mar Inquieto” nasceu às margens do Atlântico, na Bahia, em 2011, no rastro do devastador Tsunami que atingiu o Japão levando, com sua magnitude, incontáveis vidas e o sentido de ordem, segurança e bem estar. No dia seguinte à tragédia de proporções monumentais, o coreógrafo japonês Tadashi Endo, durante seu laboratório de Butoh ao qual a artista participava, preferiu dançar para o grupo.

Comovida com sua dança e tomando emprestado do escritor Yukio Mishima o nome de seu livro publicado em 1954, fui inevitavelmente confrontada com a minha condição de vizinhança com o mar. Afetada e movida por estas ondas de informações e sensações, que chegavam como destroços de um terremoto-explosão-nuclear, deixei emergir das profundezas meu próprio Tsunami”, revela Simone Mello, que investiga o corpo-catástrofe e encarna na cena a tensão, o lamento, a perda de sentidos e a tentativa de reconstrução de memórias individuais e coletivas geradas por esse e outros desastres planetários e crise climática, como o rompimento da barragem do Fundão da mineradora Samarco, no município de Mariana (MG), e as chuvas e desabamentos seguidos de morte no litoral de São Paulo, no Carnaval de 2023, que impactaram a comunidade brasileira.

   Nos mesmos dias das apresentações, Simone Mello  ministra o laboratório “Mar Inquieto – para Dançar Imediatamente, apesar da catástrofe planetária”, convidando os participantes a vivenciarem  uma itinerância dramatúrgica que incita a provar as corporalidades – corpo inquieto, explosivo, transbordante de líquidos e corpo folia – investigadas nas cenas que compõem a performance “Mar Inquieto”Direcionada a estudantes, educadores, artistas da cena e pessoas interessadas na pesquisa do movimento, a oficina acontece quinta e sexta, das 13h às 16h, e sábado, das 11h às 14h, totalizando nove horas de estudo prático.

  “Arrastão de Solos” prossegue com “O Pescador de Ilusões”, de Marcos Sobrinho, nos dias 15 e 16/4 (2ª e 3ª, às 20h30), “Universo Invisível”, de Luciana Hoppe, nos dias 18, 19 e 20/4, e encerra com “Verdes e Ouvirdes”, de Jussara Miller, nos dias 25, 26 e 27/4, quintas e sextas sempre às 19h30, e nos sábados, às 18h.

   O projeto “Dramaturgias Paralelas” foi contemplado pela 34ª edição do Programa de Fomento à Dança para a cidade de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura. As ações são gratuita.

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Serviço

Arrastão de Solos – Núcleo de Dança e Performance Marcos Sobrinho

11, 12 e 13/4 (5ª e 6ª, às 19h30; sáb, às 18h)

“Mar Inquieto”, de Simone Mello

*12/4 - bate-papo após a apresentação - mediação Talita Vinagre

Oficina “Mar Inquieto – para Dançar Imediatamente, apesar da catástrofe planetária”

(5ª e 6ª, das 13h às 16h, sáb, das 11h às 14h)

Oficina Cultural Oswald de Andrade

Rua Três Rios, 363 - Bom Retiro, São Paulo – SP

Tel: (11) 3221-5558

Acessibilidade: Sim

Classificação indicativa: 14  anos | Duração: 55 minutos

Grátis

Foto


                                                   
Mar Inquieto - Simone Melo-Foto ALEXIA GS


 










Ficha Técnica

Concepção e performance Simone Mello | Luz MarcoXavier | Vídeo da performance Marlon Fabian | Produção do solo Cuerpo Fluctuante

Projeto Dramaturgias Paralelas

Coordenação Geral Marcos Sobrinho |Designer Gráfico Ilana Braia | Assessoria de Imprensa Elaine Calux | Assistentes de Produção Lu Busquets e Lívia Império | Produção Cristiane Klein (Dionísio Produção)

Núcleo de Dança e Performance Marcos Sobrinho

Marcos Sobrinho, cuja formação em dança passa por  por Maria Olenewa (RJ), pela Ècole de Danse du Marais (Paris-França), Folkwang Schule em Essen e Die Werkstatte Düsseldorf, ambas na Alemanha, e Zélia Monteiro, em São Paulo,  fundou o Núcleo de Dança e Performance que leva o seu nome, com a proposta de investigar o universo da dança em conjunto com as artes visuais, música e vídeo. Já foi contemplado pelo Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo, Prêmio Funarte Klauss Vianna, Programa de Ação Cultural – ProAC e Rumos – Itaú Cultural.

Em seus 26 anos, o grupo vem trabalhando de forma sistemática no campo da dança e performance, estabelecendo conexões entre o fazer/pensar arte contemporânea. Nas  investigações cênicas tem sempre abordado as artes visuais como estratégia para as modulações estéticas.

www.marcossobrinho.com.br

@dramaturgiasparalelas

 

Informações adicionais

Elaine Calux – assessoria de imprensa

11 964655686 | 33689940


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